A semana no Senado começa com a expectativa para a sabatina do procurador-geral da República, Augusto Aras, na CCJ da Casa, marcada para a manhã desta terça-feira pelo presidente da comissão, Davi Alcolumbre.

A análise da recondução de Aras para mais dois anos à frente de PGR, até setembro de 2023, tende a ser tranquila, apesar da perspectiva de que ele tenha que ouvir questionamentos sobre a suposta omissão diante dos desmandos do presidente Jair Bolsonaro.

Na semana passada, dois senadores pediram ao STF que ele seja investigado e processado por crime de prevaricação.

O procurador-geral já está com o discurso pronto: sua atuação é limitada pela Constituição e ele não tem se envolvido com política partidária.

Hoje, antes da sabatina, a expectativa no Senado é que o procurador não enfrentará dificuldades para ser aprovado nem na CCJ e nem pela maioria dos 81 senadores no plenário da Casa.

Já o caso de André Mendonça, indicado para uma vaga no STF, segue cercado de incertezas. Até o momento, Alcolumbre sequer marcou a data da sua sabatina, apesar de o Supremo estar com um ministro a menos há mais de um mês.