Na lista de prioridades de Lula para compor a chapa de 2022 contra Jair Bolsonaro, o PSB não está de todo disposto a entregar-se ao velho papel de coadjuvante do petismo. Veja o encontro que ocorreu nesta terça em Brasília.

Carlos Siqueira, o presidente nacional da sigla, que é publicamente defensor de uma candidatura própria do PSB ao Planalto — uma renovação política sem PT nem Jair Bolsonaro na Presidência a partir de 2023 –, recebeu o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, potencial presidenciável, para um café.

O governador gaúcho é, para Siqueira, “um jovem e promissor político que poderá estrear na política nacional em 2022”. Leite, na parte pública das suas movimentações, se articula para disputar as prévias do PSDB ao Planalto, mas não deixa de conversar com outros “amigos” na política. A conversa, segundo Siqueira, foi para trocar avaliações sobre o momento do país.

“Falamos sobre problemas do Brasil, perspectivas políticas e tudo mais. É importante conversar para saber o que estão pensando fora do PSB e para eles saberem também o que nós estamos pensando”, diz Siqueira.

Questionado se os pensamentos de Leite e dele, Siqueira, combinam em muitas coisas, o chefe socialista despistou com um sorriso.

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