O juiz Ulisses Pascolati Junior, da 2ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores de São Paulo, está atrás do empresário Laerte Codonho, dono da empresa de refrigerantes Dolly.

Codonho é acusado de comando de organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraude fiscal estruturada e foi alvo de denúncia pelo MP de São Paulo. A denúncia aponta que dívida ativa das empresas que integram o Grupo Dolly no estado de São Paulo somam quase R$ 4 bilhões.

No último dia 23 de fevereiro, o empresário foi procurado oficialmente pelo magistrado — citado — para responder à acusação, oferecer documentos e especificar as provas pretendidas em sua defesa.

No despacho de intimação, o juiz diz que Codonho está em “lugar incerto e não sabido” e, “como não tenha sido encontrado”, foi dado o prazo de 15 dias para saber onde está o dono do Dolly. Que já pode ter, inclusive, aparecido.

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