O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), seria o terceiro colocado em seu estado na disputa para a Presidência da República se a eleição fosse hoje, segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas feito entre os dias 15 e 19 de maio.

Com 11,7% das intenções de voto, o tucano ficaria atrás apenas do presidente Jair Bolsonaro, que lidera com 30%, e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem 24,9% — a margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Na sequência, aparecem empatados tecnicamente o ex-ministro Sergio Moro, com 6,4%; o apresentador Luciano Huck, com 4,88%; o ex-governador Ciro Gomes, do PDT (4,3%); e o empresário João Amoêdo, do Novo (3,4%). O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), aparece em último, com 0,3%.

Entre os entrevistados, 9,7% disseram que votariam em branco, nulo e nenhum e 4,6% afirmaram não saber ou não responderam em quem iriam votar.

A rejeição a Leite no seu estado é alta: 52,3% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum para presidente. Outros 38,9% afirmaram que poderiam votar e 5,9% disseram que votariam nele com certeza. Do total, 3% não souberam ou não quiseram opinar.

Melhor que Doria

Apesar da rejeição alta, o desempenho de Leite em seu estado é um pouco melhor que o do seu rival interno no PSDB, o governador João Doria, que teria 6,3% no mesmo cenário em São Paulo e ficaria em quarto lugar (atrás de Bolsonaro, Lula e Moro), segundo levantamento do Paraná Pesquisas realizado entre os dias 28 de abril e 1º de maio em São Paulo.

O levantamento do Rio Grande do Sul foi feito com 1.552 eleitores, por meio de entrevistas pessoais telefônicas (sem o uso de robôs), em 68 municípios gaúchos.

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