O CNJ lança nesta terça-feira um prêmio anual para incentivar e divulgar medidas de tribunais, da magistratura, do sistema de Justiça Criminal, de ONGs, da mídia e da Academia pelo combate ao feminicídio. A iniciativa se dá em memória da juíza Viviane Vieira do Amaral, morta pelo ex-marido na véspera do Natal de 2020, diante das filhas.

No ato de criação do Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral, Vinícius Vieira do Amaral, irmão da vítima, agradeceu a oportunidade de se perpetuar o nome da irmã.

O presidente do CNJ, ministro Luiz Fux, conclamou todos a transformar aquela tragédia na força-motriz da concepção de novas ideias e de novos projetos, que densifiquem a construção de uma sociedade mais justa, mais igualitária, mais tolerante, mais respeitosa e, principalmente, menos violenta.

“Viviane que, como inúmeras outras brasileiras, transbordando vida, tão prematuramente deixou este plano terreno para viver nos campos santos, deverá ser, para nós, um ponto de inflexão na escalada da violência contra a mulher”, disse Fux.

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