A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Secretaria de Governo devem entrar na dança das cadeiras da reforma ministerial que começou nesta segunda-feira, dia 29, por decisão do presidente Jair Bolsonaro.

O ministro-chefe da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos — responsável pela articulação política do governo com o Congresso –, pode assumir a Casa Civil no lugar do general Walter Braga Netto, que é cotado para assumir o Ministério da Defesa, no lugar de Fernando Azevedo e Silva, que deixou o cargo nesta segunda-feira.

O advogado-geral da União, José Levi Mello, também deve ser substituído do posto. Mello não assinou a ação impetrada por Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) em 19 de março para derrubar o toque de recolher imposto pelos governos estaduais do Distrito Federal, Bahia e Rio Grande do Sul – o pedido foi rejeitado pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello.

Um dos principais cotados para assumir a secretaria de governo seria o senador Eduardo Gomes (MDB-TO), que é líder do governo no Congresso.

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