Guardadores de carros pedem à prefeitura para voltar a atuar nas ruas de Porto Alegre

bailey aschimdt
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A prefeitura de Porto Alegre recebeu, nesta quinta-feira (29), representantes do Sindicato dos Guardadores de Automóveis da Capital. Eles reivindicam que seja revista a proibição da atividade no município (Lei Complementar Nº 874, de 15 de janeiro de 2020) e estabelecidos regras e locais para que a categoria possa voltar a atuar, com base na legislação federal.

Além da regulamentação da atividade, os chamados “flanelinhas” querem contar com o apoio da Guarda Municipal para identificar guardadores que não sejam registrados no sindicato.

O secretário municipal de Governança Local e Coordenação Política, Cassio Trogildo, disse que, a partir dessa primeira conversa com a categoria, a prefeitura vai realizar um estudo sobre a situação para levar uma alternativa ao prefeito Sebastião Melo. “Vamos avaliar a legislação federal e municipal para identificarmos possíveis conflitos entre elas, buscando um caminho jurídico para a atividade”, informou.

“Somos organizados. Obtivemos registro profissional mediante a qualificação e atestados de bons antecedentes. Hoje, estamos impedidos de trabalhar. Fomos tratados como bandidos, mas agora acreditamos no diálogo para podermos voltar e exercer nossa profissão”, argumentou o vice-presidente do sindicato, João Abreu.

O secretário municipal de Segurança, Mário Ikeda, e o chefe de gabinete do prefeito Sebastião Melo, André Coronel, também participaram da reunião.

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