Pedro Guimarães, o presidente da Caixa, decidiu jogar mais lenha nessa fogueira da guerra do governo com a Febraban. Segundo integrantes do governo ouvidos pelo Radar, ele deve divulgar uma nota em que abordará diretamente o movimento da entidade dos banqueiros de discutir a divulgação de um manifesto, na leitura de Guimarães, contra Jair Bolsonaro.

O chefe da Caixa tem exposto o que considera “contradições” da Febraban, que não teria se manifestado em outros episódios críticos de governos anteriores, como o petrolão, no governo petista, e o caso Joesley Batista, no governo de Michel Temer, e que agora se acha no direito de atuar politicamente.

Guimarães tende a cobrar da Febraban respeitei aos regramentos da entidade e exigir que a instituição convoque uma nova discussão, caso decida levar adiante o suposto manifesto. Guimarães criticará a parcialidade da entidade em relação ao governo. Em resumo, ampliará ainda mais esse atrito com o PIB.