Houve um par de olhos para o Brasil saber que acontecia na Olimpíada de Tóquio: os do fotógrafo Jonne Roriz, do COB. Nos sites e nas redes sociais, suas fotos se espalharam com rapidez, desde a abertura dos Jogos, em 23 de julho, até as derradeiras disputas. Nos estádios, nos ginásios, na água ou na areia, Roriz tem o dom de, simultaneamente, oferecer a composição poeticamente perfeita associada ao “instante certo”, como definiu o francês Henri Cartier-Bresson. Algumas de suas imagens da Olimpíada de 2021 viraram clássicos instantâneos: o peixe a acompanhar Ana Marcela Cunha na maratona aquática; Ítalo Ferreira na crista da onda; as atletas mortas de cansaço na pista. Lá na frente, quando for preciso revisitar o torneio, o trabalho de Roriz será o melhor atalho.

<p>VJTOKYO</p> Jonne RorizCOB
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