O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul está fazendo uma varredura nesta terça-feira (10) ao longo da orla do Litoral Norte gaúcho neste 13º dia de desaparecimento do menino Miguel, morto aos 7 anos.

O responsável pela operação e comandante do Corpo de Bombeiros de Tramandaí, tenente Elísio Lucrécio, observou que a corrente marítima permanece no sentido Norte-Sul. Ele avaliou também que a água no mar mantém-se turva e que uma chuva não será problema.

As buscas pela beira da praia mobilizam os pelotões de Torres, Capão da Canoa, Tramandaí e Cidreira, todos do 9º Batalhão de Bombeiros Militar, sendo percorrida a beira-mar entre Torres e Mostardas.

A mobilização ocorre desde a noite do dia 29 de julho passando, quando a mãe da criança foi presa e confessou que jogou o filho no rio Tramandaí, no limite entre Imbé e Tramandaí.

A mãe do menino, de 26 anos, e a companheira dela, de 23 anos, foram indiciadas por tortura contra criança, homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver. O Ministério Público do Rio Grande do Sul analisa o processo.

A mãe teve a prisão preventiva decretada e está na Penitenciária Feminina de Guaíba. Já a companheira dela encontra-se recolhida no Instituto Psiquiátrico Forense, em Porto Alegre.