Quando falamos em vinícolas, várias imagens vêm à mente. De lugares charmosos cercados por vinhedos, guaritas cheias de barris de carvalho a armazéns industriais de alta tecnologia com enormes tanques de fermentação. No entanto, Marco Antonio Carbonari, dono da vinícola Villa Santa Maria, diz que a vinícola não é apenas um local para produzir vinho, mas sim para compreender todos os conceitos, da importância para a empresa e para o mundo do vinho.

De um ponto de vista muito objetivo, uma vinícola é um lugar onde se produz vinho. No dicionário, encontramos que o termo vinícola também está relacionado à viticultura e aos vinhedos. Por expansão, chamamos a área da vinícola a região que produz as uvas e a empresa que produz o vinho.

A primeira vinícola nasceu há milhares de anos, e os registros arqueológicos mostram que potes de grande capacidade foram usados ​​para a produção de vinho há cerca de 8.000 anos. Na verdade, Marco Antonio Carbonari diz que a produção em massa indica o nascimento do conceito de vinícola, não mais apenas a produção “caseira”, mas a produção de acordo com o planejado.

A principal função da vinícola é a produção de vinho. Pode ser limitado à adega onde o enólogo realmente produz vinho para completar a linha de produção completa, desde o plantio da uva até o engarrafamento e rotulagem e venda. Além disso, a área também pode ser utilizada como atração turística, com cada vez mais espaços para atividades e eventos esportivos. Em algumas empresas, a venda de vinhos deixou de ser o carro-chefe, abrindo espaço para o enoturismo.

Hoje em dia, Marco Antonio Carbonari diz que a vinícola oferece inúmeras opções de atividades. Podem ser realizadas visitas tradicionais, provas de vinhos e passeios pelas vinhas para participação no processo de vinificação, podendo ainda ser realizadas festas, casamentos e eventos empresariais.

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