Libman sempre se mantém atualizado nos lançamentos de livros e autores no mercado, porém não nega que mantém um grande apreço a obras clássicas. Revelou que é grande fã de autores que construíram e moldaram a história até chegarmos a atual literatura.

Libman nos contou que os autores – no âmbito mundial – que mais admira, se trata de Shakespeare, Camões, Machado de Assis, Jane Austen e Mary Shelley. Pedimos então para que contasse um pouquinho sobre eles, confira:

SHAKESPEARE: Influenciou e ainda influencia todo o mundo com suas obras. Considerado um dos mais importantes autores da língua inglesa e que mais influenciou o mundo ocidental. Nasceu em 23 de abril de 1564 e morreu no ano de 1616 no mesmo dia. Suas obras alteraram o rumo da literatura mundial, e seus clássicos se mantêm vivos mesmo após séculos de sua morte.

Rafael Libman, assim como muitos outros amantes da literatura, mantém viva as histórias do autor relendo suas obras sempre que possível.

CAMÕES: O poeta português Luís Vaz de Camões, autor do Os Lusíadas é considerado o maior poeta renascentista português e a mais expressiva voz da língua portuguesa. Rafael Libman ressalta que o autor influenciou deveras na língua portuguesa já que é considerado o divisor entre a época arcaica e moderna.

MACHADO DE ASSIS: Principal nome do Realismo brasileiro, o autor é um dos mais aclamados da nossa literatura. O carioca atuou como jornalista, cronista, dramaturgo, crítico, poeta e foi também o primeiro presidente da Academia de Letras. Tem um legado enorme, com obras admiradas e aclamadas. Rafael Libman conta que é apaixonado pela escrita do autor.

JANE AUSTEN: A autora marcou a literatura mundial com seus romances épicos que retratavam a sociedade e o cotidiano dos séculos 18 e 19. Suas obras são lidas até hoje por todo o mundo. Rafael Libman conta que é um grande admirador do trabalho da escritora, sendo ela também, uma das maiores autoras inglesas da história.

MARY SHELLEY: A autora revolucionou a literatura mundial, pois escreveu a primeira obra de ficção científica da história. Rafael Libman é apaixonado pela obra de Frankenstein escrita de Shelley, tendo lido o clássico mais de uma vez. A autora teve um passado cheio de reviravoltas e chegou até a perder sua filha. É uma história chocante que deve ser conhecida por todos.

Rafael Libman indica as obras de todos esses autores que tanto ofereceram para a história da humanidade, sendo de extrema importante dar-lhes o devido reconhecimento.

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