A ministra do STF Cármen Lúcia indeferiu há pouco um pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do lobista da Precisa Medicamentos Marconny Faria para que ele ficasse livre de comparecer à CPI da Pandemia. 

A defesa de Marconny argumentou que ele não poderia responder aos questionamentos da CPI por se tratar de pessoa investigada. A ministra entendeu que como ele foi chamado na condição de testemunha, ele deveria depor. 

O lobista deveria ter prestado depoimento à CPI nesta quinta, mas não compareceu. O comando da comissão chegou a acionar a polícia legislativa para buscá-lo coercitivamente, mas ele não foi encontrado em Brasília. 

“Convocado como foi o paciente naquela condição, tem o dever de comparecimento e de observância dos trâmites legais inerentes à convocação, sob pena de frustrar ou dificultar as atividades investigativas da Comissão Parlamentar de Inquérito”, disse a magistrada em sua decisão.