O vice-procurador-geral Eleitoral, Renato Brill de Góes, pediu ao TSE a unificação das quatro ações contra a chapa Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão numa única ação.

Essas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) foram protocoladas pelo PT, PDT e Avante e acusam a chapa vencedora de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.

As acusações envolvem a contratação de empresas para disparos em massa de mensagens via whatsapp contra o PT e a sua coligação na eleição de 2018, na qual Fernando Haddad disputou o segundo turno com Bolsonaro.

Renato Góes também se manifestou favorável a medidas cautelares de  quebra de sigilos bancário e fiscal de cinco investigados. O vice-procurador entende que fatos novos ocorreram no final de 2019 que justificam essa quebra de sigilos.

Se refere a informações do Whatsapp que apontou “comportamento anormal, indicativo do envio automatizado de mensagens em massa”, em relação a empresas acusadas nas ações.

“É incontroverso que o surgimento dessa relevante informação superveniente – que converge harmonicamente com os fatos narrados na representação inaugural – consiste em indícios suficientes para a revisitação da decisão de indeferimento das medidas cautelares requeridas pela coligação representante”. 

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